Zé Raimundo
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PT do Sudoeste baiano debate eleições internas e futuro do partido

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Os diretórios municipais do Partido dos Trabalhadores (PT) de diversos municípios do Sudoeste baiano debateram, durante as duas primeiras semanas de fevereiro, questões referentes ao período de eleições internas e preparatório para o 6º Congresso Nacional e ...

Deputados Zé Raimundo e Waldenor discutem novos rumos para o PT

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Para discutir temas como a renovação da direção partidária na Bahia e os desafios atuais do Partido dos Trabalhadores, os deputados Zé Raimundo (estadual) e Waldenor Pereira (federal) participaram de dois encontros em Lauro de Freitas neste fim de semana.  Na noite ...

Deputados Zé Raimundo e Waldenor entregam ambulância para Mirante

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Os deputados Zé Raimundo (estadual) e Waldenor Pereira (federal) participaram ontem (11) da solenidade de entrega de 48 ambulâncias para vários municípios baianos, feita pelo governador Rui Costa em Salvador. A solenidade foi realizada no pátio da Governadoria, no Centro ...

Riacho de Santana: Rumos do PT e conjuntura política são discutidos em evento

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Dando continuidade à agenda parlamentar de 2017 e o contato com os municípios da região Sudoeste, o deputado Zé Raimundo esteve presente em evento realizado em Riacho de Santana no último domingo (8). Dirigentes partidários, lideranças de movimentos sociais rurais, ...
Mercadante: Pesquisa enterra preconceito histórico contra cotas, Fies e Prouni
23/2/2017 | Por: Brasil 247

Recente pesquisa, que analisou o desempenho de mais de 1 milhão de alunos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) entre 2012 e 2014, concluiu que a qualificação dos formandos que tiveram acesso ao ensino superior em razão das políticas de inclusão social equivale ou até supera a dos demais alunos.

O estudo (leia aqui) foi desenvolvido por Jacques Wainer, professor titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas, e Tatiana Melguizo, professora associada da Rossier School of Education da University of Southern California.

Para comentar os resultados da pesquisa e avaliar o impacto das políticas de inclusão social de acesso ao ensino superior dos governos Lula e Dilma, ProUni Fies e cotas (raciais e sociais), o 247 faz uma entrevista exclusiva com ex-ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

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Nem a base de Temer engole a reforma previdenciária
23/2/2017 | Por: Brasil 247

Com o início do funcionamento da comissão especial e do debate sobre a reforma previdenciária na Câmara, começa a ficar claro que nem a base parlamentar gelatinosa de Michel Temer está disposta a engolir o esbulho de direitos que ele e seu governo propõem. O relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), declarou que vai alterar a regra de transição para o novo regime, em que homens e mulheres só podem se aposentar aos 65 anos de idade. Na base, dezenas de deputados governistas já apresentaram emendas alterando diferentes dispositivos da proposta, na mesma linha do que faz a oposição. Pessoas com deficiência fizeram o primeiro protesto contra mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada, que não é aposentadoria mas também é garfado pela reforma), matéria que o relator também prometeu examinar “com cuidado”.

Aos membros da comissão, a subprocuradora-geral do Trabalho, Maria Aparecida Gurgel, disse que a reforma da Previdência "joga os fundamentos da República na lata de lixo”. E para completar, o presidente do PMDB, Romero Jucá, teve que desmentir o ministro Moreira Franco, pela afirmação, ao jornal Valor Econômico, de que o PMDB poderá liberar a bancada para votar como quiser na reforma previdenciária. Jucá, entretanto, não garante o fechamento de questão. Haveria rebelião na bancada.

Vamos por partes, começando pela regra de transição. Arthur Maia fez uma comparação bastante clara. O que o governo propõe é que um grupo de pessoas suba a escala em degraus de 20 centímetros, e outro grupo tenha que enfrentar degraus de meio metro. Pela proposta do governo, na nova situação haveria dois grupos de contribuintes. No primeiro, mulheres acima de 45 anos e homens acima de 50 anos teriam de pagar um "pedágio" de 50% sobre o tempo de contribuição restante no sistema atual.

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Os investigados que votaram na sessão que garantiu Moraes no STF
23/2/2017 | Por: Caros Amigos

Dos 68 parlamentares que votaram na sessão que aprovou a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), 29 respondem a acusações criminais na corte e outros sete foram citados em delações da Odebrecht. Em votação secreta, o indicado do presidente Michel Temer (também delatado por executivo da empreiteira) teve o apoio de 55 senadores. Outros 13 votaram contra. Entre os 44 senadores sob investigação ou na mira de delatores, só oito não votaram.

Veja abaixo quem são os senadores investigados que participaram da votação:

Aécio Neves (PSDB-MG)

Inquéritos:

4246 – Crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores.

4244 – Corrupção passiva e crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores.

Aloysio Nunes (PSDB-SP)

O senador é investigado por caixa dois em inquérito cujo número não é divulgado na página do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação foi aberta com base em depoimentos de delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, investigado na Operação Lava Jato.

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Engenheiros lançam manifesto contra destruição da economia
21/2/2017 | Por: Brasil 247

O governo de Michel Temer e Henrique Meirelles ganha cada vez mais resistência na sociedade civil organizada. Não bastassem a rejeição e desaprovação popular, o governo produto do golpe vem sendo reprovado por organizações. 

O Clube de Engenharia, juntamente com entidades empresariais e outras associações de engenheiros e profissionais de engenharia, articulou com a Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, a divulgação de um manifesto contra "a contínua deterioração da nossa economia".
Desde o golpe parlamentar que retirou a presidente Dilma Rousseff, Meirelles e equipe econômica convivem com um cenário de caos. São dezenas de milhões de desempregados, milhares de empresas que fecharam as portas e previsões nada animadoras de organismos internacionais. "Urge a reorientação da política econômica, no sentido da redução mais rápida da taxa de juros, da racionalização da carga tributária e da retomada dos investimentos públicos, que possibilite a retomada da produção industrial e a recomposição do poder de compra das famílias, sob pena de crescer a insatisfação social e de levar à liquidação forçada do nosso parque industrial", diz o texto.

Os engenheiros também condenam a dilapidação do patrimônio da Petrobras, que ao longo da história do Brasil "sempre foi a âncora do nosso desenvolvimento industrial, responsável pela cadeia de mais de 5.000 fornecedores nacionais e estrangeiros". O texto diz que é "dramática" a situação da engenharia brasileira. 

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Que ódio eles têm de Lula!
21/2/2017 | Por: Brasil 247

Foi só Lula disparar nas pesquisas para 2018, os tubarões da mídia oligárquica sacaram suas manchetes do submundo da notícia e as estamparam, em letras garrafais, nas capas de jornais e revistas.

A foto da capa da revista Istoé, popularmente conhecida em Brasília pelo nome de "Quantoé", contra Lula, já denuncia a própria revista. A cara do sujeito que faz a denúncia mirabolante parece um caso clínico. A foto, produzida, é muito clichê. O figurino do rapaz e o pacote de papéis na mão dispensam comentários.

O jornal Folha de S. Paulo também entrou no combate. Produziu uma matéria muito baixo nível, baseada em blá...blá...blá... de umas tais fontes anônimas, típicas desses momentos. A repórter foi desmascarada pela assessoria de imprensa do Instituto Lula, que publicou a troca de e-mails entre a Folha e o Instituto.

Que ódio eles têm de Lula, hein?

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Temer tem seis ministros delatados. Quem aposta em mais?
21/2/2017 | Por: Brasil 247

Passado o carnaval, no início de março o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve pedir e o ministro relator no STF Luiz Fachin deve autorizar o fim do sigilo sobre as delações da Odebrecht. Total ou parcialmente. Teori Zavascki pretendia fazer isso em fevereiro. Com sua morte, todos “ganharam algum tempo”, como previu Eliseu Padilha. Até lá, estará aberto um “bolão de apostas” que circula na Esplanada sobre quantos ministros de Temer serão delatados. Até agora são conhecidos seis: Padilha (Casa Civil/PMDB), Moreira Franco (Secretaria Geral/PMDB), José Serra (Relações Exteriores/PSDB), Bruno Araújo (Cidades/PSDB), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações/PSD) e Marcos Pereira (MDIC/PRB), o último de que se tem notícia.

Como Temer já declarou que afastará provisoriamente os ministros que forem citados (e definitivamente só se virarem réus, o que jamais acontecerá dentro de seu mandato), o “ministério dos delatados”, com esta meia dúzia, será uma apêndice do governo. Afastados provisoriamente, eles continuarão sendo ministros. As pastas devem ser tocadas por interinos, geralmente os secretários-executivos. Continuarão recebendo salários e manterão o foro especial do STF. Com o salário atual do ministro de Estado fixado em R$ 30.934,70, o governo gastará R$ 185.608,20 mensais só com estes seis, caso Temer tenha de afastá-los após as delações e consequentes denúncias. As apostas no “bolão”, entretanto, são em número maior de encalacrados.

O mais novo delatado, Marcos Pereira, segundo os executivos Alexandrino Cunha e Fernando Cunha, recebeu R$ 7 milhões da Odebrecht em 2014 para campanhas do PRB. Segundo o ministro, para a campanha do atual prefeito do Rio, Marcelo Crivella, a governador. Padilha foi acusado por Claudio Mello Filho de atuar como preposto de Michel Temer no recebimento de recursos para o PMDB. Inclusive de parte dos R$ 10 milhões que Temer pediu a Marcelo Odebrecht em pleno Jaburu. Moreira Franco, segundo o mesmo delator, recebeu recursos relacionados com a reforma dos aeroportos em 2013/14, quando era ministros da Aviação Civil. José Serra, segundo os executivos Carlos Armando Paschoal e Pedro Novis, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira para sua campanha a presidente em 2010. Kassab, disse o delator Paulo Cezena, recebeu R$14 milhões da Odebrecht entre 2013 e 2014. Claudio Mello Filho afirmou que a empresa ajudou Bruno Araujo mas não citou os valores.

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Em delação, empresário diz que operador de Cunha "mandava" em Geddel na Caixa
20/2/2017 | Por: Zero Hora

Mais indícios da ligação do ex-ministro Geddel Vieira Lima com um suposto esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal foram apresentados na delação premiada do empresário Alexandre Margotto, ex-sócio do corretor Lúcio Bolonha Funaro — apontado como operador financeiro de Eduardo Cunha. A delação do empresário, homologada na última semana pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, foi obtida com exclusividade pelo programa Fantástico, da Rede Globo.

Ela pode ter impacto na ação penal na qual o próprio Margotto, Funaro, Fábio Cleto — ex-vice-presidente da Caixa —, Cleto, Cunha e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) são acusados de negociar suborno para liberar aportes da Caixa em grandes empresas, entre elas a Eldorado Celulose, da J&F.
A ligação de Geddel com o esquema já havia sido revelada em janeiro, durante a operação Cui Bono, da Polícia Federal. Nessa época, ele já havia deixado o governo em meio a denúncias de uso do cargo para benefício próprio.

Em depoimento prestado à Procuradoria da República no Distrito Federal, Margotto confirmou que o grupo de Cunha operava com Cleto e também com Geddel Vieira Lima, que na época era vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa. Margotto contou que Funaro tinha grande influência sobre Geddel na Caixa, mas não soube especificar a origem da relação entre os dois.

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Alba Canal Assembléia
23/12/2015 O que se esconde atrás do ódio ao PT? Por: Leonardo Boff
Waldenor Deputado Federal

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